A 20 de outubro de 2026, o idealista/news publicou um artigo sobre O Meu Prédio, a plataforma portuguesa de gestão de condomínios. O texto, assinado por Catarina Beato, explica o que a plataforma faz no dia a dia e a ideia que esteve na sua origem: o histórico do condomínio deve ficar com o prédio.
Neste artigo (5 secções)
Leia o artigo original: Plataforma portuguesa quer centralizar as «chatices» do condomínio, no idealista/news.
O que diz o artigo
O ponto de partida é um cenário que qualquer administrador conhece: as quotas numa folha de Excel, os recibos noutro programa, as convocatórias enviadas por email, as ocorrências num grupo de mensagens e os documentos numa pasta que muda de mãos a cada mandato. Quando a administração muda, parte desse histórico perde-se.
O artigo descreve como O Meu Prédio junta tudo num só sítio, acessível pelo browser e sem instalação:
- quotas, recibos em PDF, orçamentos e movimentos bancários;
- conta corrente por fração, com saldo e quotas em falta;
- assembleias, com convocatória, presenças, votações e ata no mesmo fluxo;
- documentos organizados por pasta, ocorrências e comunicação com os condóminos;
- a declaração de encargos para a venda de uma fração.
A ideia central: o histórico fica com o prédio
Muitas soluções organizam-se à volta da empresa ou do profissional que administra. Em O Meu Prédio, o histórico financeiro, os documentos, as assembleias e as deliberações ficam ligados ao condomínio. Se o prédio passa de uma empresa de gestão para outra, ou de uma empresa para um administrador particular, mudam apenas os responsáveis e as permissões de acesso. Ninguém tem de recomeçar do zero.
Como resume o artigo, citando o criador da plataforma: «A informação deveria acompanhar o prédio e não desaparecer ou ficar fragmentada sempre que muda quem o administra.»
Se está a pensar trocar de administração, veja também o nosso guia sobre as funções do administrador de condomínio.
Nem todos os condóminos precisam de ter conta
Outro ponto destacado é que a adesão de todos os condóminos não é obrigatória. O prédio pode usar a plataforma mesmo que só parte dos moradores tenha conta. O administrador gere a fração e emite os recibos na mesma, e entrega a informação por email ou em papel a quem preferir. Em prédios onde convivem pessoas com diferentes hábitos digitais, isto faz a diferença.
Assembleias: organizar sem substituir a lei
O artigo sublinha também os limites assumidos. A plataforma organiza o ciclo da assembleia, mas o cumprimento das formalidades legais e a verificação das maiorias continuam a ser responsabilidade de quem administra. O mesmo vale para a declaração de encargos: é gerada a partir dos dados registados, mas a assinatura e a responsabilidade são do administrador. Explicamos esse documento em detalhe no artigo sobre a declaração de encargos na venda de uma fração.
Veja como funciona
Quer ver na prática como o histórico do seu prédio fica organizado num só sítio? Peça acesso à demonstração e explore a plataforma com dados de exemplo.
Tem dúvidas? Escreva para contacto@omeupredio.com ou ligue para o 926 947 270.
Fotografia: idealista/news.
Este artigo é informativo e não substitui aconselhamento jurídico. A aplicação a cada prédio depende do título constitutivo, do regulamento e das deliberações da assembleia.